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| Muitas famílias estão se redescobrindo no isolamento social |
De uma hora para outra, milhares de pessoas ficaram confinadas em casa, tendo sua realidade modificada sem saber quando voltaram à “normalidade”.
Não importa seu credo,
filosofia de vida, grau de escolaridade ou dinheiro se ainda não há vacina
para essa doença, pois, toda a humanidade está sendo obrigada a conviver com
a Covid-19, grande parte sem o mínimo de dignidade para sobreviver. Nos
jornais, a todo instante, presencia-se um bombardeio de notícias lastimáveis de
vidas sendo ceifadas pelo vírus letal e silencioso.
A quarentena trouxe incertezas e angústia, afinal,
as mudanças foram radicais em nosso cotidiano, e ficar em casa “trancado”, ocupando
o tempo de forma saudável e produtiva exige esforço e resiliência. Além do
mais, a interrupção brusca da nossa rotina somada às tristes notícias que
chegam a todo momento e à proximidade de pessoas com o vírus trazem transtornos
à nossa saúde mental. Assim, especialistas em desenvolvimento humano
indicam o autoconhecimento para as pessoas manterem o equilíbrio em qualquer eventualidade. Então, que fazer?
Sem um resposta efetiva, viver em
isolamento social pode nos conduzir a vencer esses desafios e reavaliar as nossas prioridades. Agora, há tempo para olhar ao nosso redor, verificar os pontos em que precisamos
ser moldados e convivermos com a família de forma saudável. Ter
essa oportunidade é muito importante para redirecionarmos nossa vida e enxergarmos o que a correria cotidiana nos empedia de constatar, é preciso investir naquilo que é primordial.
Por isso, precisamos nos reinventar em todos os
âmbitos e tornar os dias mais leves, assumindo uma postura resiliente que ajude a amenizar
a situação de pressão e, mitas vezes, de sofrimento. Nesse sentido, muitas famílias adotaram cronogramas com atividades
diárias bem sistematizadas para redirecionar a vida. Há quem tenha passado a praticar gestos simples como ajudar idosos através de favores, seja lenado cartinhas ou realizando compras em supermercados. Outra campeâ de aderência do público são as lives, tão populares nesse período, que além de oferecerem entretenimento, deixam as
pessoas mais próximas de seus artistas preferidos.
A pandemia obrigou a humanidade a sair da zona de conforto e a observar a sua
realidade de por outro prisma.
A pausa
forçada pode ser propícia ao autoconhecimento e afirmação quanto às verdadeiras prioridades. Dizer que voltaremos à ”normalidade” é um equívoco, já que o “novo normal" trouxe aprendizados como priorizar a família, aumentar o comprometimento com a sociedade, através da solidariedade, da amizade e da empatia. Assim, ressignificar a nossa
vida com pequenos atos pode fazer diferença hoje e futuramente, após a pandemia.

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